Feliz Dia da Mulher, Da Deusa
Daquela que contém as chaves para todos os caminhos,
A cuidadora, que dá e tira vida,
Mulher Indomável, Rainha Gentil.
Seus milhares de papeis, suas diversas escolhas entre
 caçar e matar para alimentar e 
matar para defender a si e a quem ama.
Portadora da dança entre a escuridão e a luz.
Magna Mater,
Sofia,
A Cortesã,
Serpente Sinuosa; Noturna,
Senhora Negra.


Seja uma dama, seja um cavalheiro contemporâneo.
Carta pública, Valsa Rubra


Há alguns anos é dito que ser cavalheiro é ser machista e sim a base do cavalheirismo é proteger a mulher de eventuais problemas e prezar para que ela seja bem tratada. Depois da queda do império romano no século V D.E.C a sociedade perdeu-se em medo, homens faziam o que queriam e tomavam quem desejavam, porém um militar da cavalaria, em Roma, era uma pessoa de superior extração e portanto, devia-se esperar dele um comportamento cortês.

Os cavaleiros se tornaram a classe dominante, controlando a terra da qual provinha toda a riqueza. Os aristocratas eram nobres originalmente por causa de seu status e prestígio como guerreiros supremos num mundo violento. Posteriormente, seu status e prestígio passaram a se basear na hereditariedade e a importância em que ser um guerreiro declinava.
Quando primeiro usado, o termo "cavalheirismo" significava habilidade em lidar com cavalos. O guerreiro de elite da Idade Média se distinguia dos camponeses, clérigos e deles mesmos por sua habilidade como cavaleiro e guerreiro. Cavalos fortes e velozes, armas bonitas e eficientes, e armaduras bem-feitas eram o símbolo de status.

Por volta do século XII, o cavalheirismo se tornou um estilo de vida. As principais regras do código de cavalaria eram:
Proteger as mulheres e os fracos; Defender a justiça contra a injustiça e o mal; Amar sua terra natal; Defender a Igreja, mesmo com risco de morte.

Naquela época as mulheres não trabalhavam, não tinham renda e sim apenas seus dotes familiares para quando fossem casar, sendo assim o homem sustentava a mulher financeiramente depois do casamento pelo resto da vida. A base do cavalheirismo vem desse cenário, um cenário que não é mais o atual, onde a mulher conseguiu obter diversas permissões sociais para poder prover seus sustento e não depender de uniões.

Atualmente com uma certa igualdade social, é importante o Cavalheiro e a Dama não se apegarem ao sentimento de fragilidade que estes termos "Dama" e "Cavalheiro" trazem e sim ao que é a base dele, a Gentileza, o Respeito e a Educação. Decoro de roteiro não é bem visto logo se é para ser um cavalheiro que seja-o com mulheres, com homens, com idosos e crianças, seja uma pessoa gentil/educada. Uma dama deve ser elegante mas ainda sim saber dizer não, saber aceitar elogios (De acordo com a sua própria compreensão.) e compreender a natureza humana para entender que neste século XXI homens e mulheres ainda estão em transição de valores, constantemente aprendendo e que vai da escolha de cada um alimentar o melhor ambiente para rodear-se.
A etiqueta para uma dama, soa como algo muito forçado, automaticamente nos lembramos de corsets, diversos talheres dispostos a mesa e um certo ar de superioridade, a história da sociedade contribuiu para que essa visão se perpetuasse, porém a etiqueta foi adaptada para diversos momentos da história, mas ainda sim sua essência gira em torno do respeito, da gentileza (Com os outros e consigo.) e do bem estar social, ideias como postura é um respeito com seu próprio corpo (respeitando a natureza de cada um.), palavras como "Com licença, obrigado, perdão/me desculpe" abrem caminhos e ter atenção com quem está ao nosso redor é igualmente importante, consequentemente o uso de celular deve ser dosado, estamos acostumados a viver dentro da nossa própria redoma seja pelo fato do mundo externo nos entendiar ou não ser atraente o suficiente, nos perdemos em divagações tecnológica e ao deixarmos de olhar para esse mundo exterior podemos perder pequenos ensinamentos e alegrias pouco percebidas pelo nosso narcismo de convivermos apenas com o que nos agrada, moderação é importante, saber dar atenção à tecnologia e as pessoas a sua volta é a chave.

Num contexto geral, tanto a dama quanto o cavalheiro são bem educados, procuram conhecer culturas diferentes da sua, os costumes, a história e por ai vai de acordo com o gosto pessoal de cada um, todo esse conhecimento deve ter em sua base o Amor e o Respeito consigo e com o próximo, viver de honra fará de um cavalheiro um homem integro, se entregar a qualquer disputa por uma ofensa tornará o cavalheiro um homem morto. Compreender que nem todos entendem o comportamento cavalheiresco ou elegante de uma dama não deve ofender uma dama, mas saber respeitar seus limites pessoais ainda sim empondera a mulher. Podemos melhorar o Cavalheirismo e a elegância da Dama, pegar o que é belo e útil do passado e dar-lhe um significado e atitude moderno sem perder a essência.
Isso vale em especial para nós, pessoas ligadas a cultura do Vampyrismo, ao amor pelas artes com toques mais obscuros, pela rebeldia em não se adequar aos achismos e regras dos outros, fazemos nossas próprias regras, alimentamos o melhor em nós, nos inspiramos e focamos em nosso crescimento, como pessoas não focando tanto em nossas diferenças e sim no que torna cada um mais fortes e mais completos.


Eva I. Franco
Dama do Valsa Rubra

21 de Janeiro de 2017

Esclarecendo as coisas: Vampirismo e Vampyrismo.

Vampyrismo com “y” é um estilo de vida que inclui modo de se vestir, o modo de agir (em alguns locais do mundo) e pode ou não ter integrantes que praticam vampirismo astral, de manipulação energética.

Vampirismo com “i” pode ter vários significados:
1 - O vampirismo mítico, a figura do monstro que as lendas falam sobre.
2 - O Vampirismo astral, de manipulação energética.

O Vampyrismo é uma sub-cultura (uma cultura dentro da cultura dominante),  a utilização do “y” é feita para distinguir essa realidade da do vampiro mitológico e cinematográfico/entretenimento, apesar destes terem servido como inspiração para a cena do Vampyrismo. Essa sub-cultura é diversa e ampla, contendo diversos grupos conhecidos como Houses, clãs entre outras nomenclaturas.

Conheça melhor na seção de Artigos.


Manifesto do Vampiro Vivo (Living Vampire)

O Vampirismo vivo é uma filosofia (no âmbito Diurno) e para alguns um caminho espiritual (âmbito Noturno) que abraça os elementos de poder da mitologia vampiríca. Por sua vez o Vampiro vivo rejeita os aspectos negativos dos vampiros como serem amaldiçoados, deprimidos, monstros lendários, etc.

Vampiros vivos muitas vezes se auto denominam como " Strigoi Vii " que traduz do Romeno que significa "Vampiro Vivo." Eles muitas vezes utilizam a ortografia de “Vampyro” com um “Y” na ortografia do velho estilo vitoriano que antecede a ortografia moderna, (com um "i") para diferenciar entre a realidade e a fantasia (filmes, séries e lendas.)


Filosofia

Exemplos de palavras de poder ou "véus", para o Vampiro Vivo que descrevem a filosofia diurna incluem: Imortalidade, Transumanismo, Classe, Extropianismo, Apoteose, Libertino, Romance, Vida, Mistério, Gnose, Sensualidade, Música, Arte, Cultura, Espiritualidade, Cavalherismo, Draconianismo, Zhep'r , Domínio sobre o plano físico/Material, Glamour, individualismo, Dragão e Família.




O Vampirismo Vivo no termo filosófico é baseado na lógica e racionalidade.  Vampyros são pessoas realistas e tentam lidar com o mundo corpóreo como ela é na realidade. Além disso, o Vampiro Vivo abraça o Darwinismo social e a Espiritualidade Primal: Para algo poder ser verdadeiramente especial , nem tudo pode ser igual, logo Eles reconhecem a diferença entre a fantasia e a realidade. O Vampiro Vivo disciplinado sabe que ele é fisicamente um ser humano vivo e normal; ele sabe que não pode se transformar fisicamente em morcego, névoa ou lobo; Não bebe sangue por considerar que a imortalidade física é algo que só pode ser alcançado através de ciências futuras.

O símbolo do Vampirismo Vivo (Vampyrismo) é o “Legacy Ankh”, um Ankh com lâmina, inspirado no antigo símbolo egípcio da imortalidade, divindade e vida.


O Véu Negro (The Black Veil)

Os 5 princípios do Vampirismo Vivo são descritos como Véus Negros, que começou como um código de conduta no clube “Long Black Veil” por Father Sebastiaan em Nova York.

Eles são:

1 - Lei : Vampiros Vivos não são criminosos e permanecem dentro dos limites das leis mortais (humanas).
2 - Adultos: Vampirismo Vivo é reservado para adultos. Nenhum menor de idade deve ser formalmente iniciado na família .
3 - Sangue : Vampiros Vivos vêem o sangue como uma metáfora para algo muito mais sutil e não bebem sangue corporeo/físico.
4 - Busca: . Vampiros Vivos respeitam o livre arbítrio de todos os seres sencientes e nunca tentam converter alguém, apenas inspirar.
5 - Segredos : O que acontece dentro da Família permanece dentro da Família . Segredos nos unem e protegem o Vampiro Vivo.


Distinções de outros tipos de Vampiros

Sendo uma filosofia e um caminho espiritual, o Vampiro Vivo é distinto dos vampiros psíquicos que se alimentam de energias emocionais / psíquicas e vampiros sanguíneos que se alimentam de sangue humano. Os vampiros psíquicos têm uma " deficiência energética" e os Vampiros Vivos Não. Eles se alimentam de forma ética do excesso de força da vida humana com o propósito de imortalidade pessoal e evolução (Zhep'r). Vampiros Vivos percebem o sangue como uma forma ineficaz e arriscada de alimentação, com novatos muitas vezes experimentando e descobrindo esta realidade: Que o sangue não fornece uma fonte abundante de força vital para suas necessidades.

Espiritualidade Vampírica

No lado espiritual e esotérico (Noturno) do Vampirismo Vivo, é preciso dominar os elementos Diurnos antes de entrar neste mundo de sensibilidades além dos cinco sentidos, magia e força vital (Conhecido como: Chi, Prana , Akasha , Ki ). Dentro deste domínio estão “Os Mistérios” que, em sua essência, envolvem os mistérios da alimentação energética e da Comunhão, mas podem incluir também a Necromancia, Sonho Lúcido, Espiritualidade Primal, EFC (Experiências-fora-do-corpo), Reiki, Chakras, Tantra, etc.

Comunidade

Vampiros Vivos Geralmente são bem solitários e altamente independentes, com surtos de socialização. Estes solitários são conhecidos como " Ronin ", geralmente práticando o Vampyrismo como solitário ou em casal.

O Sanguinarium (Que não deve ser confundido com vampiros sanguíneos) é uma Rede Internacional privada de ¹Black Swans e Vampiros Vivos, é o mais conhecido e a maior comunidade de Vampiros Vivos. Dentro do Sanguinarium há o Clã Sabretooth (Compondo-se de Vampiros Vivos e Black Swans) e a Ordo Strigoi Vii , uma ordem de Vampiros Vivos na qual é preciso ser convidado para participar. O Sanguinarium neste momento está aberto apenas para os clientes do Father Sebastiaan que fazem presas com ele, conhecidos como "Sabretooths".

Leitura adicional

O Sanguinarium oferece livros públicos e privados sobre Vampyrismo escritos pelo Father Sebastiaan uma série intitulada de "Vampyro", que incluem “Sanguinomicon” ( Weiser 2010) , “Vampyre Magick” ( Weiser 2012) , “Vampyre Virtudes " The Red Veils" ( Sanguinomicon Imprensa 2011) e “Vampyre Mistéries " The Purple Veils” ( Sanguinomicon Imprensa 2013) .

Para mais informações, visite www.sanguinarium.net

¹: Black Swans são amigos, familiares e outras pessoas que não se consideram Vampyros, mas que simpatizam com a filosofia.

Manifesto do Vampiro Vivo - Por Father Sebastiaan
Tradução por Khallid Leansidh


Chamber du Vampire 

Os 3 tipos diferentes de "Vampiros"por Father Sebastiaan

(c) 2012 Sanguinarium escrito por Father Sebastiaan ... Editado por Frater Saaron.

Ao longo da última década, o foco da mídia sobre a comunidade vampírica chegou até dois tipos na "comunidade de vampiros reais" ou RVC que são Sanguinarios (bebedores de sangue) e vampiros psíquicos (psivamps) e aqueles conhecido entre eles como vampiros híbridos.

Daí há um outro tipo geralmente muito discreto chamados vampiros vivos que consideram o "Vampyrismo" uma filosofia e caminho espiritual/esotérico.

Apresentamos aqui apenas uma definição muito ampla dos tipos de vampiros, há muitos mais além destes pontos de vista, de modo a manter a mente aberta a novas possibilidades e variações sobre esses conceitos ..

De uma velha escola de perspectiva "vampiros reais" geralmente soletrando vampiro com um "i" e vampiros vivos tradicionalmente se distinguem com a ortografia Vampyro com um "y" . Psi e Sangs geralmente baseiam suas definições de vampirismo unicamente na necessidade de energia (sangue, emoção ou força de vida ) e, geralmente, não como uma filosofia , cultura ou espiritualidade.

Aqui está um resumo curto do ponto de vista da Sanguinarium;

Vampiros sanguíneos são indivíduos que acreditam ter a necessidade de consumir sangue humano para manter a sua saúde mental, física e espiritual.

Os vampiros psíquicos vêm em duas categorias tradicionais e éticos.

"Vampiros psíquicos tradicionais " que são descritos como parasitas de energia em conhecimento oculto tradicional . Estes são encontrados na vida cotidiana e, geralmente, não distante da RVC (Comunidade Vampiros reais), muitos não se identificar com o vampiro ou perceber o que são.

"Vampiros psíquicos éticos " que acreditam que têm uma deficiência de energia, tais como um sistema de chakra danificado ou seus corpos não são capazes de gerar força vital e devem alimentar-se de energia para manter a sua saúde mental, física e espiritual.

Vampiros Vivos (Vampyros) são indivíduos que consideram "vampyrismo " uma filosofia (Lado Diurno) e para alguns um caminho esotérico/espiritual (Lado Noturno) definida pelas Virtudes fortalecedoras do mito do vampiro. Os vampiros vivos não precisam beber sangue e não têm uma deficiência de energia , no entanto, têm uma cultura definida , filosofia e um conjunto de tradições. Sua necessidade de força de vida é um segredo noturno complexo e é realizado de forma ética. Exemplo de Virtudes no vampyrismo incluem Imortalidade , Mistério, O Dragão,  Natureza Primal, Transhumanismo , Romance , Vida, Amor e Lealdade, Apoteose e Família .

( c) 2012 Sanguinarium escrito por Father Sebastiaan ... editado por Frater Saaron.
Tradução por Khallid Leansidh

História: Véu Negro

A versão inicial do Véu Negro foi originalmente escrita no final de 1996 pelo primeiro Synod e o pelo Father, como o código de conduta para o primeiro Noir Haven do Halo de Gotham o "Long Black Veil", e para os membros do Clã Sabretooth . As primeiras edições do véu negro foram baseados em uma combinação de códigos de conduta da cena fetichista da Sociedade Eulenspiegal ( TES) e a elegância da etiqueta da "Renaissance Faire", bem como contendo elementos da cavalaria e conotações românticas, a fim de elevar o Glamour Vampyrico. Com o tempo, foram criadas várias revisões e rascunhos do véu negro, sendo a mais notável a edição das 13 Regras da "Comnidade Vampírica" de Michelle Belanger, e a revisão de uma edição por Lady Melanie. Estas versões do véu negro foram altamente influenciadas pelo RPG "Vampiro a Máscara", a partir do qual a comunidade vampírica nesses primeiros anos basearam-se para a terminologia e estrutura da comunidade. Muitos grupos e diferentes indivíduos dentro da subcultura vampírica criaram suas próprias variações do véu negro, incluindo as 7 Éticas da Comunidade vampírica, uma revisão da versão anterior de Michelle Belanger . Esta revisão foi aprovada pelo Synod, a fim de criar uma edição do véu negro para acomodar todos aqueles que estão fora do Sanguinarium na "Comunidade Vampírica". No entanto, o atual Véu Negro da Strigoi Vii apresentado aqui representa o núcleo fundamental de ética do Véu Negro original. É a versão final do véu negro que foi aderido e aprovado pelo Strigoi Vii e pelo Sanguinarium .

Por que existem tantas versões diferentes deste texto, e o que faz com que esta edição atual seja a mais útil ? Do ponto de vista do Strigoi Vii, as outras edições do Véu Negro tem grande mérito, no entanto, elas ainda não estão capiturando totalmente ou expressando em palavras como evitar potenciais obrigações passivas enfrentadas na realidade do Dayside do mundo cotidiano. Assim, muitas das versões anteriores do véu negro são agora desatualizadas. A realidade contemporânea do Dayside deve ser abordada, a fim de garantir a segurança e a prosperidade da família. É insensato e auto-destrutivo para um Strigoi Vii ou Black Swan trair para si a violação do senso comum destes Princípios. Estas orientações simples não devem ser vistas como uma restrição, mas sim para nos capacitar, elas nos oferecem os meios para existir e prosperar de uma forma responsável e criteriosa dentro da sociedade mundana.

Se um Strigoi Vii viola o véu negro, ele vai sofrer não só consequências óbvias dentro do Sanguinarium e entre a família, mas, sobretudo, uma condição de Zhep'r  negativo conhecido como khaskt, que significa "A perda de oportunidade." Com efeito, aqueles que violam a Véu estão roubando de si o seu próprio Zhep'r  e realmente revogando a sua oportunidade para Imortalidade do Self. Khaskt pode ser visto como o equivalente Strigoi Vii do carma negativo. No entanto, é muito mais potente para aqueles em sintonia com a atual Corrente de Elorath através de Iniciação, ou aplicação dos Mistérios em qualquer nível.

O Strigoi Vii promove a responsabilidade social e reconhece as conseqüências que nossas muitas ações podem ter e muitas vezes repercussões negativas, conforme tornamo-Nos mais visíveis para o mundo mundano. Aqueles que orgulhosamente carregam o Legacy Ankh perto de seus corações, sejam eles Strigoi Vii ou Black Swan, fazem a afirmação de que eles estão de acordo com os Princípios do Véu Negro da Strigoi Vii. Estes princípios são o bom senso inato para os membros respeitáveis ​​da nossa família. O Véu Negro nos dá a liberdade e fundamento para viver e prosperar no seio da sociedade mundana, sem ofender ou colocar medo em Nossa fonte de Origem.

Desejamos um feliz Halloween / Véspera de todos os Santos para todos os Vampyros. Nesta data honramos e nos lembramos de nossa família de sangue, Vampyros que convivem conosco fisicamente e nossos Antepassados e Antigos que convivem conosco além de Maya. 
When you are ready
you will find me,
waiting at the boneyard's gate,
night incarnate
Eternity come to life.
That is when October will embrace you,
tender as a brush of raven's wing,
and that is when you finally come home.




Pensamento Imortal

O que difere um pensamento mortal de um imortal está baseada na percepção que temos do mundo.

Ser vítima, ter medos, preguiça, rejeitar sem se dar ao trabalho de analisar a coerência do que foi exposto são algumas exemplos de pensamento mortal. O praticante de vampirismo Vê Claramente o mundo, não basta falar que uma árvore é uma árvore, primeiramente aquela árvore é um composto de átomos, um composto de energia que se movimenta, fim, depois que vem as definições e características das quais estamos habituados a conhecer sobre uma árvore. Ser vítima também é um pensamento mortal, podemos ser vítimas de nós mesmos, quando falamos que não temos força para lutar contra um vício ou um costume enraizado, vítimas das outras pessoas ao deixar que elas nos forcem a fazer algo que não queremos, seja no caso de vítima de si mesmo ou de outros temos que ter primeiramente a consciência de que: Não somos vítimas, tudo o que fazemos e acontece é reação de uma ação nossa que tivemos em algum determinado momento, o pensamento de vítima se relacionada intimamente com a sociedade, logo, conhecer como é regida a sociedade e suas leis é importante e nos dá mais controle de nossas vidas.

O pensamento imortal não sente o tempo, para o imortal o tempo não existe, como de fato se você parar para pensar o tempo como conhecemos é apenas medido através do relógio para atividades dentro das 24 horas, mas a consciência e o tempo são irmãos gêmeos, pois existe aquela velha situação que se estamos nos divertindo o tempo passa "rápido" e se estamos entediados o tempo "demora" para passar, se você não perceceu isso, faça o teste.
Como o pensamento imortal não sente o tempo, o pensamento mortal sente, logo, precisamos entrar em acordo e fazer com que essa "habilidade" de sentir o tempo como rápido ou lento nos ajude, tornando o tempo mais rápido ou lento quando precisamos. Podemos fazer isso analisando o momento em que estamos passando, ao perceber o que há de útil, interessante e ou bonito em alguma situação entediante o tempo pode passar mais rápido e ao controlarmos as emoções e percepções de uma situação gostosa e interessante conseguimos perceber as passagens do relógio nítidamente.

A mente mortal se prende a padrões que conhece e que foram ensinados desde criança como a ver a sociedade e a nós mesmos. Tudo o que acrediamos é o que rege o nosso mundo. Podemos dizer que cada um acredita na ilusão que quer ver e nisso muitos procuram pela Verdade, pois se há ilusão há algo verdadeiro em algum local e realmente existe a verdade, a partir do momento que percebemos que o mundo que vemos através dos nossos olhos é a ilusão que escolhemos ver, a realidade se torna a escolha. Teste por si mesmo.

Consciência é a palavra chave da mente imortal, quando você tem consciência de si e das limitações que colocou em si poróprio, você começa a conversar com sua mente imortal que está sempre com você. É ela que olha de volta pra você quando você olha no espelho, no fundo dos seus olhos, você sempre tem consciência do que fez e faz acreditando ser certo ou errado. 

O pensamento imortal não se prende a lembranças de uma vida ou outra e é da consciência que brota a sabedoria que tantos procuram ter acesso, essa sabedoria é milenar e viu incontaveis vezes as mesmas situações, conhece e sente a fonte de tudo, para entrarmos em contato com essa sabedoria é preciso paciência, calma, percepção e meditação, tirar da frente as limitações impostas por nós e deixar a mente mostrar do que o universo é capaz. Aqui não há certo e errado que eu possa indicar, apenas o ser imortal dentro de você que  pode te mostrar.

Por Khallid Leansidh.
"A retirada de força vital é a base daquilo que chamamos de Vampirismo. O Vampirismo, para muitos é visto como religião, filosofia ou apenas uma prática de ‘magia negra’, aqui será apresentado de várias maneiras.
Não procuro usar nada de nenhuma ordem especifica, visto que, o estudo me levou ao Contato direto com os Ancestrais, e, portanto um conhecimento muito peculiar com os mesmos."

Assim começa o texto Uma visão Realista do Vampirismo de Inkubus King, no seu Projeto Sukkubi, para ler o texto basta clicar no título do mesmo.

Aqui Inkubus King mostra uma versão mais realista da prática do vampirismo sem puxar a sardinha para um lado. Vale a pena ler, nós recomendamos!


Introdução


INTRODUÇÃO
O que é ser um Vampyro?

Ser um Vampyro primeiramente é uma Metáfora, é pegar a figura do vampiro mitológico ou cinematográfico como inspiração pessoal. As características exaltadas do vampiro normalmente são:

•Tomada de energia.
•Auto conhecimento.
•Crescimento pessoal (Mental, espiritual e físico.)
•Independência pessoal (Financeira e emocional.)
•Viver a vida e não sobreviver apenas.
•Comunhão com Ancestrais.
...Dentre outras

O vampyrismo não é simplesmente se inspirar no visual do vampiro cinematográfico/mitológico e só. É trazer significado para si mesmo de todos os elementos que compõe a figura do vampiro.
Existe atualmente dois segmentos dentro do vampirismo, o de estética (fashion) e o de prática pessoal.

O de estética, conhecido como "Fashionisnta" trás pessoas que gostam de se vestir como os vampiros do cinema e da mitologia ou fazendo releituras utilizando as principais características como as pressas, pele pálida e etc..

A Prática pessoal trás uma análise do que o vampiro significa, e o que trazer desses significados para a vida pessoal, muitos livros pela internet e livrarias a fora explicam com a sua própria visão como ser um Vampiro Real e normalmente essas pessoas são chamadas ou se auto denominam como praticantes de vampirismo ou de vampyrismo.

Houses e Ordens instruem o curioso e aspirante em seus costumes particulares, cada uma dessas organizações tem uma visão e um modo de prática diferente daí vai da pessoa se gosta ou não da organização e se vale a pena ou não. (Confira nossa lista de grupos vampy/iricos aqui)

No quesito comportamento não há limites, com o tempo pode-se modelar seu comportamento ao seu bel prazer. Há praticantes de vampirismo que não se identificam com nenhum tipo de vampiro e tem como inspiração apenas a busca pela imortalidade e por viver a vida do melhor jeito possível. Alguns dos integrantes da Temple of the Vampire se encaixam nessa categoria de praticantes de vampirismo que não gostam de vampiros e seguem uma vida regada a sol e camuflagem social não atraindo assim atenção demasiada para si praticando a Arte perfeitamente.

Outros já possuem um gosto artístico mais forte e preferem dar voz a esse lado de estética, seja em festas, ou na vestimenta pessoal, decoração, comportamento nobre e assim por diante como é o pessoal do Clã Sabretooth.

Lembrando que começou-se a utilizar a escrita de Vampyrismo com Y, para diferenciara prática do vampirismo emocional nocivo e para se referir a uma cultura que teve inicio nos Estados Unidos que unia a prática de vampirismo como manipulação energética e a estética e glamour da figura do vampiro cinematográfico/mitológico.
Valsa Rubra é um projeto influenciado por "Noir Havens"
 do exterior que são pontos de encontros físicos entre Vampyros
 (Praticantes de Vampirismo Real) aonde eles
 podem socializar num ambiente  tranquilo.

 A participação de menores de 18 anos é proibida.


(...) Um dos meus companheiros murmurou para o outro
 um verso do poema Leonore, de Burger

 "Den die Todten reiten schnell" 
("Pois os Mortos viajam velozmente")

 O estranho guia certamente ouviu estas palavras, pois
levantou o olhar com o vislumbre de um sorriso (...).

Entrevistas pelo Sagrado Vampírico (Atualizado*)

O Site Sagrado Vamnpírico está disponibilizando entrevistas com Vampyros ou Vampiros Reais nacionais!

 Introdução:
"Trata-se de entrevistas com integrantes atuantes e formadores de opinião
dentro da "cultura identitária de vampiros reais" em língua portuguesa, que se distinguem por sua natureza de livres pensadores e místicos ativos na construção da dimensão artística, política, religiosa e científica do vampírismo místico, articulando-se responsavelmente por diversas vertentes e tradições..." Leia mais


Atualmente o site contém entrevistas com Calista Eileen Fundadora e Blackmoon Co-fundadora do Projeto Valsa Rubra, Hermes Hadenes e Frater V:. (Tradição Artemis Mortis Lux).

*Agora entrevista com Aradia, estilista e produtora de moda e Otto Mazzei o criador do site Sagrado Vampírico!

Vampirismo pela Tradição Artemis Mortis Lux

Supere o ‘SECRETUM’, veja além da fantasia...
Conheça o ‘ARCANUM’, desvende a existência...
Pratique o ‘MYSTERIUM’ e molde o destino material e espiritual... 


 O interessado deve adquirir o livro Draco Vampirus Nocturnus: Senda Vampírica. Pois neste livro há toda a filosofia raiz da Tradição para que o leitor estude e pratique e teste. Havendo o interesse em obter mais conhecimento além do livro, o leitor deve indicar seu interesse em se afiliar através dos contatos apresentados no final do livro (mais informações e de como adquirir o livro clique aqui)
Ártemis Mortis Lux

Somos a Existência, Somos Reais, Somos a Lenda 
http://templovampirico.forumeiros.com/

Um predador

"O Vampyro só precisa do pensamento predador enquanto a mente dele não saiu do estado de presa/submissivo perante os outros e si mesmo, apartir do momento que esse estado é ultrapassado ele pode começar a viver conscientemente a sua plenitude."

Site Oficial - Valsa Rubra